Você trombolisa, anticoagula ou chama a hemodinâmica?
O TEP de risco intermediário representa uma das maiores “zonas cinzentas” da emergência.
Saber diferenciar quem precisa apenas de anticoagulação daquele paciente que está evoluindo para a Categoria D (deterioração clínica) e que talvez necessite de tratamento percutâneo pode evitar desfechos graves.
📌 Salve este post para consultar as condutas e revise os estudos pivotais (PEITHO, STORM-PE, HI-PEITHO).
⚠️ Lembre-se: A medicina baseada em evidências exige análise crítica na interpretação dos artigos. Nenhum estudo traz verdades definitivas ou “receitas de bolo” universais. A conduta final sempre deve ponderar o contexto do seu paciente, os riscos do procedimento e a realidade do seu serviço.
O que você tem observado na prática do seu hospital quando o paciente com TEP intermediário-alto começa a deteriorar? Deixe nos comentários! 👇










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