Atualizações da AHA
AHA 2026 mudou o jogo no TEP — e não foi pouco.
Se você ainda está pensando em TEP como:
“baixo, intermediário ou alto risco”…
👉 já está desatualizado.
A nova diretriz abandona essa lógica e introduz uma classificação contínua (A até E) baseada na fisiopatologia.
Ou seja:
Não é mais só sobre pressão arterial.
Agora importa:
🫀 injúria miocárdica
🫀 disfunção do ventrículo direito
🫀 progressão para falência cardiopulmonar
O TEP passa a ser visto como um espectro de deterioração, não como caixas isoladas.
🚨 O que muda na prática?
* O “intermediário” deixa de ser zona cinzenta
* A decisão terapêutica passa a ser guiada pela fisiologia do VD
* Intervenções podem ser consideradas antes do choque
Sim: esperar hipotensão já não é o único gatilho.
👥 Outro ponto central:
A diretriz consolida o TEP como doença multidisciplinar.
O modelo PERT ganha força — cardiologia, emergência, UTI e intervencionistas precisam falar a mesma língua.
💊 Anticoagulação?
DOACs ganham posicionamento ainda mais forte como primeira escolha.



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